Silenciosos e mortais, portadores de uma fé inabalável nos Aeons, os membros da Ordem dos Hassassin são temidos em todas as terras nas quais já agiram. Mestres na furtividade, na perseguição e no combate com lâminas, eles inspiraram diversas lendas e rumores no decorrer dos séculos. Algumas são apenas criações de mentes assustadas, outras possuem um fundo de verdade e outras sequer conseguem se aproximar de uma realidade muito pior. Sem estarem ligados a nenhuma nação ou governo, eles possuem uma função semelhante à dos Chacais de Anúbis e dos Vigias de Odin: a de executar a justiça proclamada pelos Aeons da Morte através de suas mãos e armas, mantendo o equilíbrio na balança de poder do mundo. Agindo sempre com discrição, eles podem se manter nos bastidores de um lugar tomado pelo abuso de poder e ambição por anos, até terem a certeza de que é chegada a hora de aplicar o julgamento, recebendo suas missões através de visões e sortilégios. Durante esse tempo, eles costumam trabalhar como mercenários, guarda-costas ou gladiadores, tanto para sustento como para continuar treinando suas habilidades.

Os símbolos dos Hassassin são a águia e a serpente, simbolizando respectivamente a justiça imparcial e a sabedoria oculta. Muitos deles exibem inscrições sagradas na pele ou na superfície de suas armas, como um símbolo sua ligação com os Aeons. Ao contrário dos Chacais e dos Vigias, que têm seus patronos bem conhecidos, não se sabe ao certo qual Aeon da Morte orienta o julgamento dos Hassassin. Sua ligação com as serpentes é a única característica conhecida, e existem boatos de que ele também pode assumir a forma de uma grande águia negra. Seu nome também é um enigma, e vários foram “descobertos” no decorrer do tempo, sem que nenhum se mostrasse o verdadeiro. Apenas os Hassassin parecem ter a capacidade de ouvir sua voz, e sabe-se que a Ordem conta com sábios, sacerdotes e oráculos em suas fileiras, sendo que estes raramente deixam a Fortaleza na Ilha Dragão da Noite.

Atualmente a influência dos Hassassin se estende para além de Al-Dasht, onde a Ordem existe desde antes do pacto das Tribos com os Gênios. Al-Gober, Ashramia e Iroko são apenas algumas das nações onde eles tem agido com frequência. Nem mesmo Windlan e Aurin escapam da vigilância feroz dos assassinos. Enquanto em Aurin eles participaram ativamente da Revolução Imperialista, a história em Windlan é mais complicada. Os Hassassin lutaram ao lado do Príncipe Sahid de Jezirat para tomar a cidade de Seawyrm do comando da Cruz de Sangue. Porém, após o desaparecimento do príncipe ao fim do conflito, uma maré de desconfiança atingiu a Ordem, vinda da Tribo de Sharyar e dos Rebeldes de Windlan que os ajudaram na guerra. Enfrentando uma imagem delicada em sua própria terra, eles contam agora com a ajuda dos Mercenários Black Wolves, liderados por uma mulher recentemente aceita no Círculo Interno da Ordem, para descobrir o que realmente aconteceu ao filho do Sultão de Jezirat.

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